Agora sim. Musiquinha!
Terminei.
Já falei e vou repetir, agora com completude: gostei! :D
A gente lê muitos livros de autobiografia com preconceito, porque eles geralmente são mau escritos tecnicamente e/ou falta maturidade ou distanciamento, mas além da história já ser bastante interessante e appealing, é bem escrita.
Existe uma lógica, uma técnica, o autor surpreende, porque, como leitores, realmente vemos ele “ser-abstrato” por trás da escrita (livro com estrutura pensada. Thank you!) e ele se expõe com sinceridade o suficiente para não apenas mostrar o seu lado interessante e ambicioso no bom sentido, mas todas as suas ‘falhas’, ou melhor, toda a sua humanidade. Sem tentar explicar, porque é inútil mesmo. Tentar explicar é imaturidade. Ele é apenas um ‘cara’. Vou usar uma citação que muitas pessoas vão ver com um certo preconceito, mas eu concordo com ela (a citação): “As pessoas são o que elas conseguem ser.” (do filme da Bruna Surfistinha). Todos tentam dar o melhor de si.
E o legal disso tudo é que o Aron conseguiu escrever com técnica o suficiente para nos dar esse nível de compreensão, e isso eu acho que é uma responsabilidade de autor mesmo, ele tem a capacidade, o discernimento, o conhecimento e ele se esforçou o suficiente para fazer um livro bem escrito, e isso é um diferencial nos dias de hoje. Um cara que sabe fazer one thing at a time sem deixar a mídia subir à cabeça. Uma filosofia que eu apóio: se for para fazer, vamos fazer direito.
Outra coisa que é muito positiva é que ele escreveu com paixão, e esse sentimento é passado para o espectador e faz você fazer listinhas mentais e concretas dos livros que ele citou para você mesma ler e te inspirar. Não podemos morrer hoje, porque temos livros ainda não lidos! ;)
Agora estou lendo Bossypants, da Tina Fey. É outro produto, para tocar em outra dimensão da vida. Não chega nem perto, mas ainda estou no início e tive momentos altos. ‘Literatura’-pop-entretenimento. Mas é Tina Fey, é bom ler.
Terminei.
Já falei e vou repetir, agora com completude: gostei! :D
A gente lê muitos livros de autobiografia com preconceito, porque eles geralmente são mau escritos tecnicamente e/ou falta maturidade ou distanciamento, mas além da história já ser bastante interessante e appealing, é bem escrita.
Existe uma lógica, uma técnica, o autor surpreende, porque, como leitores, realmente vemos ele “ser-abstrato” por trás da escrita (livro com estrutura pensada. Thank you!) e ele se expõe com sinceridade o suficiente para não apenas mostrar o seu lado interessante e ambicioso no bom sentido, mas todas as suas ‘falhas’, ou melhor, toda a sua humanidade. Sem tentar explicar, porque é inútil mesmo. Tentar explicar é imaturidade. Ele é apenas um ‘cara’. Vou usar uma citação que muitas pessoas vão ver com um certo preconceito, mas eu concordo com ela (a citação): “As pessoas são o que elas conseguem ser.” (do filme da Bruna Surfistinha). Todos tentam dar o melhor de si.
E o legal disso tudo é que o Aron conseguiu escrever com técnica o suficiente para nos dar esse nível de compreensão, e isso eu acho que é uma responsabilidade de autor mesmo, ele tem a capacidade, o discernimento, o conhecimento e ele se esforçou o suficiente para fazer um livro bem escrito, e isso é um diferencial nos dias de hoje. Um cara que sabe fazer one thing at a time sem deixar a mídia subir à cabeça. Uma filosofia que eu apóio: se for para fazer, vamos fazer direito.
Outra coisa que é muito positiva é que ele escreveu com paixão, e esse sentimento é passado para o espectador e faz você fazer listinhas mentais e concretas dos livros que ele citou para você mesma ler e te inspirar. Não podemos morrer hoje, porque temos livros ainda não lidos! ;)
Agora estou lendo Bossypants, da Tina Fey. É outro produto, para tocar em outra dimensão da vida. Não chega nem perto, mas ainda estou no início e tive momentos altos. ‘Literatura’-pop-entretenimento. Mas é Tina Fey, é bom ler.

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